A enfermagem é uma profissão que está cada vez no auge da síndrome de Burnout, que é um conjunto de variados sintomas que provocam a diminuição da qualidade de vida dos trabalhadores da saúde, todos os profissionais estão sujeitos pois estes que no decorrer de anos de profissão após contato com tantos pacientes, casos variados, muitas horas de trabalho desgastantes, situações de grande risco e tendo contato diariamente com a porta aberta de novas doenças, ficam expostos a variáveis fatores favoráveis como à exaustão emocional e desgaste físico em relação ao trabalho. Dada essas informações, o objetivo do trabalho foi analisar a prevalência de Síndrome de Burnoutnos profissionais da equipe de Enfermagem. Para isso, realizou-se uma revisão integrativa com 12 artigos selecionados dentro do tema, artigos publicados entre os anos de 2018 a 2022, as publicações foram 8.35% de 2018, 24.99% em 2019, 41.67% em 2020 e 24.99% no ano de 2020, o aumento do índice da Síndrome de Burnoutfoi associada a esgotamento mental e físico, estresse ocupacional, ambiente desapropriado. Os resultados mostram a necessidade de buscar recursos e estratégias que visem a melhora dos profissionais já diagnosticados e a queda de novos quadros em novos profissionais e melhora do bem-estar profissional. Os distúrbios relacionados a doenças preexistentes, juntamente com o isolamento social, ansiedade, baixa autovalorização aumentam as chances de desenvolvimento da Síndrome de Burnout. Pode-se concluir que a desvalorização da classe de profissionais, rotina de trabalho acelerado, desmotivação, falta de organização setorial, relações profissionais desgastadas entre a equipe de trabalho e outros fatores podem aumentar as chances dos profissionais terem o diagnóstico de Síndrome de Burnoute o prejuízo não é somente para a população que tem o nível de assistência prestada prejudicada mas também para os profissionais e ambiente de trabalho pois o nível do atendimento cai e interfere no reconhecimento e valorização do estabelecimento.