Atendimento educacional aos alunos com deficiência visual na Ufac

Benjamin Constant

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ISSN: 1984-6061 (on-line)
Editor Chefe: Bianca Della Líbera e Luiz Paulo da Silva Braga
Início Publicação: 01/01/2018
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Atendimento educacional aos alunos com deficiência visual na Ufac

Ano: 2013 | Volume: 0 | Número: 54
Autores: Maria de Lurdes Esteves Bezerra, Joseane de Lima Martins
Autor Correspondente: Luiz Paulo da Silva Braga | [email protected]

Palavras-chave: Educação especial, atendimento, deficiente visual, inclusão

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo objetiva realizar uma reflexão sobre a política de inclusão desenvolvida na Universidade Federal do Acre (Ufac), especificamente voltada para alunos com deficiência visual, com base em entrevistas informais com alunos e ex-alunos cegos que ingressaram nos cursos superiores e também em nossa inserção e experiência como educadoras nessa instituição, além de a análise de dados registrados em documentos relativos a esse atendimento. Apresenta dois momentos distintos dessa caminhada, destacando o contexto e as perspectivas de integração e de inclusão que foram se configurando no atendimento educacional desses estudantes compreendidos entre os dois últimos anos da década de 1990 e nos anos iniciais deste século até os dias de hoje, considerando que os primeiros alunos cegos a ingressar nessa Instituição Federal de Educação Superior (Ifes) enfrentaram enormes desafios em seu percurso formativo, desde o momento das inscrições no vestibular até a conclusão das graduações, em virtude da ausência de uma política explícita de Educação Especial/Inclusiva. Contudo, isso hoje vem sendo minorado, graças à criação do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), cuja finalidade é promover a política de inclusão das pessoas com necessidades especiais na Ufac, por meio do atendimento a suas dificuldades de natureza didático-pedagógica ou de acessibilidade, do esclarecimento de alguns pressupostos no que tange à prática educativa e da identificação de fatores diversos que contribuam para a diferenciação pedagógica em busca do alcance da perspectiva de uma universidade inclusiva.



Resumo Inglês:

This article aims to reflect on the inclusion policy developed at the Federal University of Acre (Ufac), specifically aimed at students with visual impairment, based on informal interviews with blind students and former students who entered higher education courses and also in our insertion and experience as educators in this institution, in addition to the analysis of data recorded in documents related to this service. It presents two distinct moments of this journey, highlighting the context and perspectives of integration and inclusion that were configured in the educational service of these students between the last two years of the 1990s and in the early years of this century until today, considering that the first blind students to enter this Federal Institution of Higher Education (Ifes) faced enormous challenges in their training path, from the moment of entrance exams to the conclusion of graduation, due to the absence of an explicit Special/Inclusive Education policy . However, this has been reduced today, thanks to the creation of the Inclusion Support Center (NAI), whose purpose is to promote the policy of inclusion of people with special needs at Ufac, by meeting their difficulties of a didactic-pedagogical nature or accessibility, clarification of some assumptions regarding educational practice and the identification of different factors that contribute to pedagogical differentiation in search of reaching the perspective of an inclusive university.



Resumo Espanhol:

Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre la política de inclusión desarrollada en la Universidad Federal de Acre (Ufac), específicamente dirigida a estudiantes con discapacidad visual, a partir de entrevistas informales con estudiantes ciegos y exalumnos que ingresaron a cursos de educación superior y también en nuestra inserción y experiencia. como educadores en esta institución, además del análisis de datos registrados en documentos relacionados con este servicio. Presenta dos momentos distintos de este recorrido, destacando el contexto y las perspectivas de integración e inclusión que se configuraron en el servicio educativo de estos estudiantes entre los dos últimos años de la década de 1990 y en los primeros años de este siglo hasta la actualidad, considerando que el Los primeros estudiantes ciegos en ingresar a esta Institución Federal de Educación Superior (Ifes) enfrentaron enormes desafíos en su trayectoria formativa, desde el momento de los exámenes de ingreso hasta la conclusión de la graduación, debido a la ausencia de una política explícita de Educación Especial / Inclusiva. Sin embargo, esta se ha reducido hoy, gracias a la creación del Centro de Apoyo a la Inclusión (NAI), cuya finalidad es impulsar la política de inclusión de personas con necesidades especiales en la Ufac, atendiendo sus dificultades de carácter didáctico-pedagógico o de accesibilidad , aclaración de algunos supuestos sobre la práctica educativa y la identificación de diferentes factores que contribuyen a la diferenciación pedagógica en busca de llegar a la perspectiva de una universidad inclusiva.



Resumo Francês:

Cet article vise à réfléchir sur la politique d'inclusion développée à l'Université fédérale d'Acre (Ufac), spécifiquement destinée aux étudiants déficients visuels, sur la base d'entretiens informels avec des étudiants aveugles et anciens étudiants entrés dans des cours d'enseignement supérieur et aussi dans notre insertion et expérience en tant qu'éducateurs dans cette institution, en plus de l'analyse des données enregistrées dans les documents liés à ce service. Il présente deux moments distincts de ce parcours, mettant en évidence le contexte et les perspectives d'intégration et d'inclusion qui se sont configurés dans le service éducatif de ces élèves entre les deux dernières années des années 1990 et dans les premières années de ce siècle jusqu'à aujourd'hui, considérant que le Les premiers étudiants aveugles à entrer dans cette institution fédérale d'enseignement supérieur (Ifes) ont été confrontés à d'énormes défis dans leur parcours de formation, du moment des examens d'entrée à la fin de l'obtention du diplôme, en raison de l'absence d'une politique explicite d'éducation spéciale / inclusive. Cependant, celle-ci s'est aujourd'hui réduite, grâce à la création du Centre d'accompagnement à l'inclusion (NAI), dont la vocation est de favoriser la politique d'inclusion des personnes à besoins spécifiques à l'Ufac, en répondant à leurs difficultés d'ordre didactique-pédagogique ou d'accessibilité. , clarification de certaines hypothèses concernant la pratique éducative et l'identification de différents facteurs qui contribuent à la différenciation pédagogique dans la recherche d'atteindre la perspective d'une université inclusive.