Objetivo: Este artigo visa analisar a estrutura da residência médica no Brasil, com foco na legislação vigente, nos trâmites do processo seletivo, nos desafios de acesso a programas de cirurgia geral e no treinamento prático e teórico durante a formação. Método: Realizou-se uma revisão descritiva da literatura, abordando documentos oficiais, legislação, e estudos relevantes sobre a residência médica no Brasil, especificamente nas áreas de cirurgia geral e cirurgia do aparelho digestivo. Resultado: Identificou-se que o processo seletivo para a residência médica é rigoroso e inclui etapas de avaliação teórica e prática. Observou-se ainda que as vagas para programas de cirurgia são limitadas e muito concorridas, o que dificulta o acesso e exige uma preparação intensa dos candidatos. Durante a formação, os residentes enfrentam desafios como carga horária elevada, pressão psicológica e necessidade de desenvolver habilidades práticas complexas em ambientes, muitas vezes, com recursos limitados. Conclusão: A residência médica é fundamental para a formação de especialistas, mas enfrenta desafios no acesso e na qualidade do treinamento. Para melhorar esse processo, é necessário um maior investimento em infraestrutura, suporte psicológico para os residentes e adaptações no modelo de treinamento cirúrgico, a fim de formar médicos altamente capacitados para atender às demandas do sistema de saúde.