Este ensaio pretende refletir sobre o processo coletivo de construção de escrita da biografia de uma das mais importantes ativistas do movimento trans e travesti no Brasil, Fernanda Benvenutty, que faleceu em 2020. Mostra os atravessamentos e desafios das pessoas escritoras do livro na elaboração da obra, bem como de algumas reverberações antropológicas fruto desse encontro.