O Estallido Social chileno e ação política feminista: entrevista com Alondra Carrillo, porta-voz da Coordenadoria Feminista 8M de Santiago/Chile

Cadernos de Gênero e Diversidade

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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

O Estallido Social chileno e ação política feminista: entrevista com Alondra Carrillo, porta-voz da Coordenadoria Feminista 8M de Santiago/Chile

Ano: 2020 | Volume: 6 | Número: 3
Autores: A. Estevez
Autor Correspondente: A. Estevez | [email protected]

Palavras-chave: Feminismo, Marcha 8M, Movimentos Sociais, Chile

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A entrevista foi realizada em meio ao processo conhecido como Estallido Social, iniciado no Chile em outubro de 2019. O Estallido consiste em uma série de protestos que congregam diversos movimentos sociais e também parte da população civil não organizada. A onda de protestos teve início na capital chilena, Santiago, com o movimento dos estudantes secundaristas contra o aumento de 30 pesos na passagem de metrô de Santiago. A pauta específica contra o aumento da passagem transformou-se na bandeira pelo fim do neoliberalismo, alertando os vizinhos latino-americanos da falência deste modelo de desenvolvimento econômico e todas as violações de direitos humanos que ele implica e mascara. Rapidamente, o movimento espalhou-se por diversas cidades do país e ganhou o apoio de outros setores da população, sobretudo dos setores feministas organizados.