O conhecimento sobre HIV/Aids

Cadernos de Gênero e Diversidade

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Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
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Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

O conhecimento sobre HIV/Aids

Ano: 2024 | Volume: 10 | Número: 4
Autores: B. S. Fonseca, C. M. G. Piran, B. M. C. Shibukawa, C. R. S. Araújo, M. D. Furtado, I. H. Higarashi, M. F. G. L. Merino
Autor Correspondente: B. S. Fonseca | [email protected]

Palavras-chave: Adolescentes, Adultos jovens, Síndrome da imunodeficiência adquirida, HIV

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este estudo teve como objetivo investigar o conhecimento de adolescentes e adultos jovens sobre HIV e a Aids. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório de abordagem qualitativa. A produção dos dados aconteceu em novembro e dezembro de 2021 e realizado com adolescentes jovens (15 a 19 anos) e adultos jovens (20 a 24 anos), a partir do método de Snowball Sampling. Para a análise dos discursos utilizou-se a Análise de Conteúdo de Bardin e o Software NVIVO. Após análise dos dados, emergiram três categorias: “Desvelando o conhecimento de adolescentes e jovens acerca do HIV e da Aids; “A estigmatização de Pessoas que Vivem com HIV na sociedade cotidiana”; “Percepção de risco para o HIV sob ótica do adolescente e do jovem”. Ocorreu uma recusa importante na participação do estudo, por grande parte dos jovens abordados, em função da temática em questão. Foram encontradas lacunas e fragilidades significativas, no conhecimento dos jovens sobre o HIV no que se refere à transmissão e o curso da infecção. O preconceito ainda se faz presente, provavelmente pela ausência de intervenções educativas para Infecções Sexualmente Transmissíveis, o que reforça a emergência de ações de saúde e políticas públicas mais efetivas, que incorporem essa população.