Mujeres en la historia

Cadernos de Gênero e Diversidade

Endereço:
Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
Salvador / BA
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Site: https://portalseer.ufba.br/index.php/cadgendiv/index
Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Mujeres en la historia

Ano: 2024 | Volume: 10 | Número: 2
Autores: C. Trevisan
Autor Correspondente: C. Trevisan | [email protected]

Palavras-chave: Livros didáticos, Ingles lingua estrangeira, Mulheres na história, Interculturalidade crítica

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo discute os resultados da análise de uma unidade didática do segundo volume de uma série de livros didáticos de inglês como língua estrangeira, #livingUruguay, produzida e distribuída no Uruguai. A unidade selecionada, intitulada History Makers, apresenta personagens históricos e suas contribuições à humanidade. O principal objetivo do trabalho é analisar quem se representa e como se avalia sua participação para a construção da história em duas seções desta unidade didática. O estudo emprega como principal concepção teórica a noção de interseccionalidade, a fim de discutir como o tratamento da temática potencializa ou limita uma aproximação intercultural crítica. Os procedimentos metodológicos compreendem duas principais etapas. Em primeiro lugar, se analisam como os recursos escritos e visuais utilizados no livro constroem discursivamente o envolvimento com a audiência a partir do sistema de avaliatividade. Num segundo momento, se exploram as demandas das perguntas das atividades didáticas associadas a esses recursos. Através do estudo foi possível verificar que o livro didático avança em certas questões, sobretudo no protagonismo histórico feminino. Porém, a partir de uma abordagem interseccional, nota-se um tratamento menos aprofundado na atuação de mulheres negras, o que pode contribuir à invisibilidade desse grupo social.