Desde a Revolução Industrial, a partir da metade do século XVIII, o trabalho humano tem sido substituído constantemente por máquinas. A modalidade mais atual e crescente é a introdução da Inteligência Artificial (I.A.) no mercado de trabalho. Como resultado, mostrar dilemas éticos envolvendo a inserção de IA no âmbito trabalhista é necessário para que se entenda as discussões frente à necessidade de proteção da tríade: trabalho humano, empregador e empregado. Este estudo baseou-se em um podcast realizado por alunos do Centro Universitário UniBalsas, e em artigos científicos, cujas pesquisas foram realizadas em sítios eletrônicos, ocasionando a aplicação do método interpretativo-dedutivo. Para além disso, observa-se que, apesar do custo alto em investimento nesta modalidade, sua implementação é menos burocrática, onerosa e problemática no âmbito trabalhista. É neste contexto, de informalidade, precarização de direitos trabalhistas e desemprego, que se acentua a necessidade de proteção da comunidade externa positiva ou negativamente afetada.