Este trabalho revisa a técnica de gastrectomia quase total com anastomose duodeno-tubo gástrico, discutindo suas indicações, complicações e resultados a longo prazo. A preservação de uma pequena porção do estômago é destacada como um fator importante para a qualidade de vida pós-operatória. A revisão da literatura sugere que essa técnica pode oferecer uma melhor absorção de nutrientes e reduzir complicações em comparação com a gastrectomia total, embora a complexidade da operação exija cirurgiões altamente qualificados.