Neste texto o autor se interessa em problematizar o gênero pelo campo da memória social, levando em consideração as proximidades inevitáveis entre os conceitos de performance e performatividade. A memória insurge neste processo como força de permanência pelos referenciais de legibilidade, mas, também como força subversiva na medida que se impõe como ato criativo. Assim, pensar a performance e a performatividade de gênero requer levar em consideração os referenciais guardados na memória e também por ela subvertidos.