EDUCAÇÃO INTERCULTURAL NA TRÍPLICE FRONTEIRA BRASIL/COLÔMBIA/PERU: UMA PERSPECTIVA ANTROPOLÓGICA

Anuário do Instituto de Natureza e Cultura

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Editor Chefe: Ronaldo de Almeida
Início Publicação: 30/04/2015
Periodicidade: Anual
Área de Estudo: Multidisciplinar

EDUCAÇÃO INTERCULTURAL NA TRÍPLICE FRONTEIRA BRASIL/COLÔMBIA/PERU: UMA PERSPECTIVA ANTROPOLÓGICA

Ano: 2016 | Volume: 2 | Número: 1
Autores: José Maria Trajano Vieira
Autor Correspondente: José Maria Trajano Vieira | [email protected]

Palavras-chave: educação intercultural; tríplice fronteira Brasil/Colômbia/Peru; integração

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Neste artigo procurarei refletir sobre a prática da educação intercultural por meio da utilização do instrumental teórico da antropologia. Antes de analisarmos como o discurso intercultural, por meio do Programa Escolas Interculturais de Fronteira (PEIF) e dos movimentos sociais organizados, está adentrando as escolas da região do alto Solimões, na tríplice fronteira Brasil/Colômbia/Peru, entendo que se faz necessário apreender como se dão os processos interculturais de constituição, diferenciação e integração dos grupos fronteiriços. Para tanto levarei em consideração as políticas de identidades em suas múltiplas expressões, que formam as sociedades e Estados plurais contemporâneos, em interface com o conceito de cultura, etnicidade e nacionalidade, explorados neste texto.



Resumo Espanhol:

Este texto trae una reflexión sobre la práctica de la educación intercultural por medio de la utilización del conocimiento antropológico. Buscamos aprender cómo se dan los procesos interculturales de constitución, diferenciación e integración de los grupos fronterizos en la triplefrontera Brasil/Colombia/Perú, para ello llevaremos en cuenta las políticas de identidades en sus múltiples expresiones, que forman las sociedades y Estados plurales contemporáneos, en interface con el concepto de cultura, etnicidad y nacionalidad. Veremos las posibilidades de los grupos étnicos y nacionales se articularen entre sí, por medio de redes de relaciones sociales, creando espacios de relación y de diálogo en el que se realizan las interacciones y la comunicación intercultural en el que prevalezca el intercambio, la negociación y la mezcla.