A paralisia cerebral configura-se como um conjunto de alterações neuromotoras que podem impactar o controle dos movimentos, a postura e, em determinadas situações, aspectos relacionados à comunicação e ao processo de aprendizagem. Diante desse cenário, torna-se imprescindível que a escola organize estratégias pedagógicas e estruturais que atendam, de forma adequada, às necessidades específicas desses estudantes, garantindo condições efetivas de participação e desenvolvimento. Nesse sentido, o presente estudo tem como objetivo analisar o processo de inclusão escolar de estudantes com paralisia cerebral, enfatizando a relevância das adaptações curriculares, da promoção da acessibilidade e da adoção de práticas pedagógicas inclusivas que contribuam para o desenvolvimento integral dos alunos. A inserção desses estudantes no contexto escolar representa um dos principais desafios da educação inclusiva na contemporaneidade, sobretudo no que diz respeito à efetivação do direito ao acesso, à permanência e à aprendizagem significativa no ambiente educacional.