Crítica a la escuela: la derecha libertaria y las nuevas subjetivaciones juveniles tras la pandémica en Argentina

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ISSN: 2316-1620
Editor Chefe: Marcelo de Souza Marques
Início Publicação: 31/05/2012
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Ciência política, Área de Estudo: História, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar

Crítica a la escuela: la derecha libertaria y las nuevas subjetivaciones juveniles tras la pandémica en Argentina

Ano: 2025 | Volume: 12 | Número: 3
Autores: Nicolas Welschinger
Autor Correspondente: Nicolas Welschinger | [email protected]

Palavras-chave: juventudes; derechas; educación; plataformas

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A escola argentina, historicamente promotora de cidadania, nacionalidade e mobilidade social para as juventudes populares, enfrenta hoje um desafio estrutural: redefinir seu papel em um cenário no qual as trajetórias juvenis se reconfiguram em torno de plataformas digitais que viabilizam processos de autoaprendizagem, empreendedorismo e auto-otimização. A geração pandêmica apresenta uma ruptura em relação às anteriores: perdeu a confiança no Estado e na escola como vias de progresso. Em seu lugar, emergem narrativas que valorizam o esforço individual e o aprimoramento pessoal por meio de cursos, conteúdos digitais e projetos próprios. Este artigo sustenta que existe uma afinidade entre essa nova subjetivação juvenil e as críticas libertárias ao Estado e à educação pública. A partir de um estudo etnográfico com jovens do ensino médio na Argentina, o artigo analisa essas narrativas e suas implicações para a compreensão das novas subjetividades políticas juvenis.



Resumo Inglês:

Argentine schools, historically promoting citizenship, nationality, and social mobility for working-class youth, today face a structural challenge: redefining their role in a context where youth trajectories are being reconfigured around digital platforms that enable processes of self-learning, entrepreneurship, and self-optimization. The pandemic generation shows a rupture with its predecessors: it has lost confidence in the State, school, and formal work as paths to progress. Instead, narratives are emerging that value individual effort and personal improvement through courses, digital content, and personal projects. This article argues that there is an affinity between this new youthful sensibility and libertarian critiques of the State and public education. Through an ethnographic study with middle school students in Argentina, the article analyzes these narratives and their implications for understanding new youth political subjectivities.



Resumo Espanhol:

La escuela argentina, históricamente promotora de ciudadanía, nacionalidad y movilidad social para las juventudes populares, enfrenta hoy un desafío estructural: redefinir su rol en un escenario donde las trayectorias juveniles se reconfiguran en torno a plataformas digitales que habilitan procesos de autoaprendizaje, emprendedurismo y auto optimización. La generación pandémica muestra una ruptura con las anteriores: ha perdido confianza en el Estado y la escuela como vías de progreso. En su lugar, emergen narrativas que valoran el esfuerzo individual y la mejora personal mediante cursos, contenidos digitales y proyectos propios. Este artículo sostiene que existe una afinidad entre esta nueva subjetivación juvenil y las críticas libertarias al Estado y la educación pública. A través de un estudio etnográfico con jóvenes de escuela media en Argentina, el artículo analiza estas narrativas y sus implicancias para comprender las nuevas subjetividades políticas juveniles.