Este artigo apresenta uma revisão de literatura sobre o uso do Teste Palográfico na avaliação psicológica de condutores. A análise fundamenta-se em autores clássicos da Psicologia do Trânsito e em normativas profissionais vigentes, evidenciando que o Palográfico permanece como instrumento complementar relevante quando utilizado de maneira ética e integrada a outros métodos avaliativos. Ao longo da discussão, são abordados aspectos comportamentais relacionados à impulsividade, ao ritmo produtivo, ao controle emocional e à resistência à fadiga, considerados fundamentais para a condução veicular segura.