Este estudo investiga o discurso de ódio contra mulheres feministas nas redes sociais, com foco no Instagram ao analisar duas postagens de dois perfis antifeministas, sendo eles: Ana Caroline Campagnolo e Sara Winter. Utilizando a semiótica de Peirce, a pesquisa demonstra que as escolhas estéticas e gráfico-visuais, mesmo que não intencionais, configuram-se como formas significativas de propagação ideológica. Refutando a hipótese de um design neutro, o estudo mostra que a eficácia na utilização de elementos visuais contribui significativamente para o êxito ou falha na disseminação dessas ideologias. A metodologia é composta por pesquisa bibliográfica e técnica netnográfica aplicadas aos estudos de casos. Os perfis selecionados atenderam aos critérios de relevância, engajamento e frequência de postagens. Destaca-se a dinâmica do Instagram, que permite constante atualização e interação dos perfis analisados, evidenciando a complexidade e a efetividade do discurso de ódio no ambiente virtual.
This study investigates hate speech against feminist women on social media, focusing on Instagram by analyzing two posts from two anti-feminist profiles, namely: Ana Caroline Campagnolo and Sara Winter. Using Peirce's semiotics, the research demonstrates that aesthetic and graphic-visual choices, even if unintentional, constitute significant forms of ideological propagation. Refuting the hypothesis of a neutral design, the study shows that the effectiveness in the use of visual elements contributes significantly to the success or failure in the dissemination of these ideologies. The methodology is composed of bibliographical research and netnographic techniques applied to case studies. The selected profiles met the criteria of relevance, engagement and frequency of posts. The dynamics of Instagram stand out, which allows constant updating and interaction of the analyzed profiles, highlighting the complexity and effectiveness of hate speech in the virtual environment.
Este estudio investiga el discurso de odio contra las mujeres feministas en las redes sociales, centrándose en Instagram, analizando dos publicaciones de dos perfiles antifeministas, a saber: Ana Caroline Campagnolo y Sara Winter. Utilizando la semiótica de Peirce, la investigación demuestra que las elecciones estéticas y gráfico-visuales, incluso si no son intencionadas, constituyen formas significativas de propagación ideológica. Refutando la hipótesis de un diseño neutral, el estudio muestra que la efectividad en el uso de elementos visuales contribuye significativamente al éxito o fracaso en la difusión de estas ideologías. La metodología se compone de investigación bibliográfica y técnicas netnográficas aplicadas a estudios de caso. Los perfiles seleccionados cumplieron con los criterios de relevancia, engagement y frecuencia de publicaciones. Destaca la dinámica de Instagram, que permite la constante actualización e interacción de los perfiles analizados, resaltando la complejidad y efectividad del discurso de odio en el entorno virtual.