Constitucionalização simbólica e cuidado: uma análise crítica da Lei nº 15.371/2026

Revista do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

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ISSN: 0104-7027
Editor Chefe: Flávia Simões Falcão
Início Publicação: 28/02/2015
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Direito

Constitucionalização simbólica e cuidado: uma análise crítica da Lei nº 15.371/2026

Ano: 2026 | Volume: 30 | Número: 1
Autores: R. G. Teixeira
Autor Correspondente: R. G. Teixeira | [email protected]

Palavras-chave: Licença paternidade, Gênero, Economia do cuidado

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente artigo busca analisar a licença-paternidade sob dois primas distintos: a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) nº 20 e a edição da Lei nº 15.371/2026. Por meio de pesquisa bibliográfica e normativa, avalia-se se a alteração no instituto satisfaz o mandamento constitucional previsto no artigo 7º, XIX, da Constituição Federal (CF) e as novas demandas sociais oriundas da economia do cuidado. Conclui-se que, embora de grande importância, a lei reproduz a assimetria social e mantém a divisão sexual do trabalho.