O Espanhol da América tem suas características específicas que o diferenciam da península, pois o primeiro tem substratos, superstratos distintos da Espanha. Esses elementos, mesmo dentro da América são diferentes e estão distribuídos em cinco áreas: (América Central e México, Caribe, Rio de la Plata, Andes e Chile). A sua identificação pode ser caracterizada a partir de especificidades na morfossintaxe, no léxico e na fonética/ fonologia. Pretende-se neste artigo1, destrinchar sobre a formação da zona do México e América Central e apresentar características morfossintáticas, lexicais e fonéticas/fonológicas, exemplificando com amostras de linguagem apenas o México. Como veremos, o México tem um forte substrato indígena, principalmente a partir do Nahuatl e muitas outras, e ainda, existe de bilinguismo entre o espanhol e línguas indígenas que exerceram influência, principalmente no léxico. Também será discutido a influência do Inglês, porque o México, faz fronteira com os Estados Unidos da América (EUA). Serão discutidos alguns exemplos através de textos e vídeos, dos quais podem ser analisados alguns discursos dos nativos, considerando suas particularidades.