CADÊ MEU MARACÁ QUE EU QUERO TRABALHAR: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA FREIREANA SOBRE O MUSEU INDÍGENA DO CATU DOS ELEOTÉRIOS/RN

REVISTA FACULDADE FAMEN - REFFEN, CADERNO Ano 2, Vol. 2, Nº. 2

Endereço:
Rua São Severino - Bom Pastor
Natal / RN
59060-040
Site: https://www.editorafamen.com.br/revista/index.php/revistafamen/issue/view/5
Telefone: (84) 8436-5367
ISSN: 2675-0589
Editor Chefe: Professora Doutora Andrezza M. B. do N. Tavares, Professor Doutor Fábio Alexandre Araújo dos Santos
Início Publicação: 01/12/2021
Periodicidade: Irregular
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Educação

CADÊ MEU MARACÁ QUE EU QUERO TRABALHAR: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA FREIREANA SOBRE O MUSEU INDÍGENA DO CATU DOS ELEOTÉRIOS/RN

Ano: 2021 | Volume: 2 | Número: 2
Autores: Nilton Xavier Bezerra
Autor Correspondente: Nilton Xavier Bezerra | [email protected]

Palavras-chave: Museu comunitário indígena do Catu. Relato de experiência. Práxis. Pedagogia crítico emancipatória.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este trabalho apresenta um relato de experiência sobre o processo de investigação de bens culturais materiais destinados às primeiras coleções do acervo do museu comunitário indígena do Catu dos Eleotérios/RN. As ações foram realizadas entre 2017 e 2019, pelo Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, campus Canguaretama. Como objetivo geral, visamos efetivar a temática da cultura indígena no contexto do IFRN. Fundamentamos nossa prática na perspectiva crítico-emancipatória delineada por Paulo Freire (2011), em Pedagogia do Oprimido nos conceitos de experiência de Jorge Larrosa (2002) e de museologia social (IBRAM). Essa experiência nos permitiu elaborar reflexões sobre a produção de conhecimentos de maneira colaborativa com povos indígenas e sobre a práxis pedagógica comprometida com o respeito às pluralidades culturais.