Este estudo analisa editais para a contratação do acompanhante especializado no sistema de ensino público da região sudeste do Brasil. O artigo fundamenta-se nos teóricos no Transtorno do Espectro Autista e nas legislações pertinentes, por abordagem mista e revisão documental. Foram analisados 84 editais de municipalidades, sendo possível verificar uma diversidade de termos para definir o cargo do profissional, como: monitor da educação especial, cuidador e auxiliar de vida, prevalecendo o nível médio de ensino como exigência para a ocupação do cargo. Verifica-se a necessidade de adequações político-normativas quanto à nomenclatura e atribuições. O cargo do profissional acompanhante especializado pelo acompanhamento do aluno com TEA deve considerar o Transtorno do Espectro Autista como um transtorno complexo do neurodesenvolvimento, e o suporte profissional adequado é essencial para uma boa adaptação, bem-estar e desenvolvimento pedagógico do aluno.