Uso de medicamentos psicoativos pelos profissionais de saúde da atenção básica

Revista de Saúde Pública do Paraná

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Editor Chefe: Priscila Meyenberg Cunha Sade
Início Publicação: 25/07/2018
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Saúde coletiva

Uso de medicamentos psicoativos pelos profissionais de saúde da atenção básica

Ano: 2019 | Volume: 2 | Número: Suplemento
Autores: Hamilton de Oliveira Minas, Giseli Cipriano Rodacoski, Stélios Sant’Anna Sdoukos
Autor Correspondente: Hamilton de Oliveira Minas | [email protected]

Palavras-chave: dependentes químicos, agentes psicoativos, saúde mental, profissional da saúde.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A dependência química entre médicos e profissionais de saúde já se transformou em séria preocupação das autoridades sanitárias de vários países. Ao sujeitar–se ao uso de medicamentos psicotrópicos, o profissional de saúde pode mostrar mudanças de comportamento, apresentando um desempenho indesejável. Justifica-se assim um projeto de intervenção para conhecer os fatores que favorecem esta prática e planejar ações que possam atender as necessidades de saúde do trabalhador. Objetiva-se levantar a prevalência do uso de medicamentos psicoativos entre os funcionários da Secretaria de Saúde, atuantes na Atenção Básica do município, intencionando contribuir para que os funcionários realizem um consumo racional dos mesmos. Conclui-se que devemos estar atentos à saúde mental dos profissionais de saúde, em especial aos sinais que eles podem vir a apresentar, como estresse, fadiga psicológica, problemas emocionais, entre outros, para que não fiquem possivelmente incapacitados de realizar seu serviço e atenderem a população com qualidade.



Resumo Inglês:

Chemical dependency among physicians and health professionals has already become a serious concern of health authorities in several countries. When on the use of psychotropic medications, the health professional can show behavioral changes, presenting an undesirable performance. Therefore, an intervention project is warranted to know the factors that favor this practice, and to plan actions that can meet the worker’s health needs. The objective is to find the prevalence of the use of psychoactive drugs  among  the  employees  of  the  Department  of  Health,  who  work  at  the  city’s  Primary  Care  Service,  intending to contribute to the employees' rational use of them. It is concluded that we should be attentive to  the  health  professionals’  mental  health,  especially  to  the  signs  they  may  present,  such  as  stress,  psychological fatigue, emotional problems, among others, so that they are not possibly incapacitated to perform their service and to provide quality care to the population.