TROCAS GASOSAS DE UMA ESPÉCIE LENHOSA NA FLORESTA DE TRANSIÇÃO AMAZÔNIA - CERRADO

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Editor Chefe: Marcelo Barcellos da Rosa
Início Publicação: 30/11/1979
Periodicidade: Quadrimestral

TROCAS GASOSAS DE UMA ESPÉCIE LENHOSA NA FLORESTA DE TRANSIÇÃO AMAZÔNIA - CERRADO

Ano: 2011 | Volume: 33 | Número: Suplemento
Autores: Higo José Dalmagro, Francisco de Almeida Lobo, Carmen Eugenia Rodríguez Ortíz, Marcelo Sacardi Biudes, José de Sousa Nogueira, George Louis Vourlitis, Osvaldo Borges Pinto Junior Francisco de Almeida Lobo, Carmen Eugenia Rodríguez Ortíz, Marcelo Sacardi Biudes, José de Sousa Nogueira, George Louis Vourlitis, Osvaldo Borges Pinto Junior
Autor Correspondente: Higo José Dalmagro | [email protected]

Palavras-chave: fotossíntese, fotorrespiração, respiração, floresta de transição

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

As florestas de transição parecem ter um balanço de CO2 nulo, porém as mudanças climáticas que têm ocorrido, como a seca prolongada, podem alterar esse equilíbrio a longo prazo. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivo estudar as variáveis fisiológicas: fotossíntese, fotorrespiração e respiração, e entender como essas variáveis podem ser afetadas pelas variações sazonais e a posição da folha na copa da árvore de uma espécie vegetal característica de floresta de transição Amazônia-Cerrado, a Brosimum lactescens S Moore (Moraceae). Utilizando-se um sistema portátil LI-6400 (LI-COR, Inc., Lincoln, NE, USA), as medidas foram realizadas mensalmente. Verificou-se que na estação seca, houve um incremento substancial na densidade de fluxo fotossinteticamente ativo, DFFA, elevando o déficit de pressão de vapor (DPV). Visando reduzir as perdas de água, a planta tende a promover o fechamento dos estômatos, havendo uma diminuição da condutância estomática (gs), reduzindo assim também a concentração de carbono interno (Ci). Como conseqüência, verificou-se que a fotossíntese comportou-se de maneira descendente. Contudo. Nesse contexto, como estratégia para dissipação de energia em excesso, a fotorrespiração (Rp) aumentou e de forma análoga a respiração (Rd) também aumentou. Os resultados encontrados neste estudo sugerem que variações na distribuição da precipitação alteram significativamente as trocas gasosas da espécie estudada.