TRANSPASSAGENS: NOMADISMO, SUBJETIVIDADE E INTERSUBJETIVIDADE EM FLORES ARTIFICIAIS, DE LUIZ RUFFATO

Revista Araticum

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ISSN: 2179-6793
Editor Chefe: Osmar Pereira Oliva
Início Publicação: 31/05/2010
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Letras

TRANSPASSAGENS: NOMADISMO, SUBJETIVIDADE E INTERSUBJETIVIDADE EM FLORES ARTIFICIAIS, DE LUIZ RUFFATO

Ano: 2019 | Volume: 20 | Número: 2
Autores: Wesley Thales de Almeida Rocha
Autor Correspondente: Wesley Thales de Almeida Rocha | [email protected]

Palavras-chave: Flores artificiais, migração, subjetividade, intersubjetividade

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Em  Flores   artificiais  (2014),   Luiz   Ruffato   explora  os   sentidos  contraditórios  da  migração  no  contexto  atual  do  mundo  globalizado,  desvelando,  nos  interstícios  dos  diversos  deslocamentos,  encontros  fu rtivos  e  dos  laços  afetivos  frágeis  que  experimentam  os  personagens,  a  despersonalização  e  o  desenraizamento  como  signos  da  situação  do  sujeito  na  contemporaneidade.  A  obra  promove  uma  espécie  de  “jogo  de  superfícies”,  dando  a  ver,  através  do  narrador - pers onagem, Dório Fineto, a constituição de um sujeito vazio de histórias  próprias,  enquanto que  saturado  de histórias  alheias.  Com  base  em  abordagens  teóricas  de  autores  como  Michel  Maffesoli,  Marc  Augé,  Walter  Benjamin  e  Zygmunt  Bauman,  desenvolvemos,  neste  artigo,  uma  análise  desse  livro  de  Ruffato,  relacionando  a  ele  uma  série  de  signos  representativos  da  crise  que  marca o sujeito na contemporaneidade.  



Resumo Inglês:

In  Flores  artif iciais (2014),  Luiz  Ruffato  explores  the  contradictory  meanings of migration in the current context of the globalized world, revealing, in  the  interstices  of  various  displacements,  furtive  encounters  and  fragile  affective  ties  experienced  by  the  characters ,  the  depersonalization  and  the  uprooting  as  signs of the subject condition in the contemporaneity. The book promotes a kind of  "game  of  surfaces",  showing,  through  the  narrator - character,  Dório  Fineto,  the  constitution of an empty subject of his own stori es, while saturated with stories of  others.  Based  on  theoretical  approaches  by  authors  such  as  Michel  Maffesoli,  Marc Augé,  Walter  Benjamin  and  Zygmunt  Bauman,  we  have  developed,  in  this  article,  an  analysis  of  Ruffato's  book,  considering  it  as  a  series  of representative  signs of this crisis of the subject in the contemporaneity.