O presente trabalho realiza uma breve reflexão sobre as novas tecnologias e a inclusão social e digital do indivíduo, com vistas a possibilitar a interação no mundo globalizado e de acesso quase que ilimitado à informação. Também trata das objeções apresentadas do direito fundamental de acesso à jurisdição e a um devido processo legal, de forma tempestiva e sem formalismos excessivos. Considerando que nem todo indivíduo encontra-se incluído digitalmente, debate-se quanto à possibilidade de exclusão de parcela da população que não dispõe de meios tecnológicos para solucionar os seus conflitos, quando o processo eletrônico se tornar o único meio de busca pela tutela jurisdicional. Para o desenvolvimento do presente trabalho, foi utilizada pesquisa bibliográfica e documental, analisando as fontes que constam das referências.