O simbólico e o imaginário na fotografia

Revista Internacional De Folkcomunicação

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ISSN: 18074960
Editor Chefe: Sérgio Luiz Gadini
Início Publicação: 28/02/2003
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Comunicação

O simbólico e o imaginário na fotografia

Ano: 2012 | Volume: 10 | Número: 19
Autores: Itamar de Morais Nobre, Vânia de Vasconcelos Gico, Fotos Itamar de Morais Nobre
Autor Correspondente: Itamar de Morais Nobre | [email protected]

Palavras-chave: Imagens e Imaginário, O Simbólico na Fotografia, Cotidiano e Imaginário Social

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Analisa-se o simbólico e o imaginário na construção sociocultural de imagens e discutem-se as
narrativas visuais do referente-narrador na interpretação de fotografias. Discute-se o tema a partir
de um estudo de caso em uma visão transdisciplinar das Ciências Sociais e da Comunicação Social,
associando-se ao referencial teórico a pesquisa empírica realizada em abril de 2001, na comunidade
de Diogo Lopes-Macau/RN, atribuindo autoridade àquele que foi fotografado e que traz consigo
conhecimentos adquiridos na sua experiência cotidiana, enquanto pescador e morador daquela
comunidade. Conclui-se que olhar uma fotografia é criar uma expectativa de escutar novamente uma
narrativa de vida. Quem vê uma fotografia com tal densidade, sente-se inserido no ambiente
narrado.



Resumo Inglês:

Symbolic and imaginary are analyzed in the sociocultural construction of images, and the referentnarrator’s
visual narratives in photographic interpretation are discussed. The theme is explored en
case and from a trans-disciplinary view of Social Sciences and Social Communication, associating the
theoretical reference to the empiric research done in April 2001, in Diogo Lopes community, in
Macau/RN, acknowledging authority to the one who had been photographed and who brings with
himself knowledge accomplished from his quotidian experience, as a fisherman and inhabitant of that
community. It is concluded that looking a photograph means creating an expectation to listen again
to a life’s narrative. Whoever looks at a photograph with such density, feels inserted in the narrated
environment.