O problema das sentenças existenciais negativas

Frontistés

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ISSN: 1984-0519
Editor Chefe: Douglas Orben
Início Publicação: 31/12/2006
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Filosofia

O problema das sentenças existenciais negativas

Ano: 2011 | Volume: 5 | Número: 8
Autores: Karen Giovana Videla da Cunha Naidon
Autor Correspondente: Janaína da Silva Marinho | [email protected]

Palavras-chave: Sentenças existenciais, pressuposição de existência, termos singulares vazios

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este trabalho objetiva fazer uma breve reconstrução das soluções que diferentes autores, tais como Frege, Meinong, Russell, e Quine, fornecem ao problema das sentenças existenciais negativas, a saber, o fato de não se poder coerentemente negar a existência de algo sem, ao fazê-lo, estar pressupondo a mesma. A solução proposta por Frege consiste em tratar a existência como um conceito de segundo nível, aplicável, não a objetos, mas a conceitos de primeiro nível. Meinong, por outro lado, tenta resolver a dificuldade distinguindo existência de subsistência. O ponto central da solução proposta por Russell é a sua análise diferenciada das sentenças existenciais contendo nomes próprios e descrições definidas, na qual estas são tratadas como sentenças gerais. Quine, por seu turno, desenvolve ainda mais a concepção russelliana, radicalizando-a com a eliminação completa de sentenças singulares.