O manejo psicoterapêutico com a religião e a espiritualidade na clínica: mente de principiante

Revista Pró-UniverSUS

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ISSN: 21798931
Editor Chefe: Marilei de Melo Tavares e Souza
Início Publicação: 30/11/2010
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Enfermagem, Área de Estudo: Odontologia, Área de Estudo: Saúde coletiva

O manejo psicoterapêutico com a religião e a espiritualidade na clínica: mente de principiante

Ano: 2023 | Volume: 14 | Número: Especial
Autores: Matheus Coutinho dos Santos Alves Maycon Rorigo da Silveira Torres
Autor Correspondente: Matheus Coutinho dos Santos Alves | [email protected]

Palavras-chave: Religião e Psicologia; Espiritualidade; Psicoterapia; Psicologia Clínica; Budismo.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A religião e a espiritualidade são elementos constantemente presentes no cenário psicoterapêutico, demandando da profissional um manejo adequado. A formação em Psicologia carece de debates significativos sobre o tema, o que pode resultar em dificuldades e inseguranças na profissional, aumentando a chance de erros éticos em sua abordagem. O objetivo principal deste estudo é explorar o que constitui um manejo adequado da religião e a espiritualidade na clínica psicoterapêutica. Para isso, utiliza como metodologia uma revisão bibliográfica exploratória da Psicologia da Religião e da Espiritualidade. Ao abordar diretamente a questão do tema na prática clínica, destaca as principais orientações encontradas na literatura, as tensiona a partir de uma discussão sobre o que envolve a profissão de psicoterapeuta e explora questões complementares, como a psicopatologia da religião e da espiritualidade e a relevância de integrar a Psicologia da Religião e da Espiritualidade no currículo acadêmico. Articulando o que foi abordado, desenvolve acerca do processo de construção do psicoterapeuta e a relação deste com o manejo da espiritualidade e religião e apresenta o aporte fenomenológico à temática. Por fim, oferece no conceito de mente de principiante, do zen budismo, uma síntese dos argumentos e uma possível postura clínica. O trabalho parece concluir seu objetivo, porém, destaca-se seu escopo generalista que, mesmo que proposital, afeta o rigor da análise. Há necessidade de uma continuidade de estudos para aprofundar seus argumentos.