A(s) natureza(s) da cartografia

Geograficidade

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ISSN: 2238-0205
Editor Chefe: Eduardo Marandola Jr.
Início Publicação: 31/07/2011
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Geografia

A(s) natureza(s) da cartografia

Ano: 2013 | Volume: 3 | Número: Especial
Autores: Ângela Massumi Katuta
Autor Correspondente: A. M. Katuta | [email protected]

Palavras-chave: Imagens, Natureza, Geografia, Cartografia

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Neste texto abordo a importância das imagens de espaço, e consequentemente dos mapas, enquanto figurações espaciais possíveis voltadas à compreensão de aspectos da realidade, auxiliares na construção do pensamento e da imaginação humanos. Na sequência, reflito sobre o aparecimento da cartografia, entendida como atividade humana voltada à elaboração de representações gráficas de relações espaciais. Abordo ainda a problemática relacionada ao conceito de cartografia que utilizo, pois a concepção que dela se tem é o grande divisor de águas dos diferentes olhares e práticas cartográficos. Para finalizar, fiz um breve exercício de reflexão sobre o ato de cartografar em diferentes momentos históricos, procurando dar relevo à forma como a cartografia moderna representa a natureza ou seus “elementos constituintes”. O intuito foi o de demonstrar que cada sociedade e época possuem uma cartografia própria, expressão das relações dos seres humanos com o seu espaço, com outros elementos da natureza e da geografia de cada época.



Resumo Inglês:

In this paper I discuss the importance of images of space and consequently of maps as possible spatial figurations aimed at understanding aspects of reality which help in the construction of human thought and imagination. In the following sections, I think about the emergence of cartography, understood as human activity aiming development of graphical representations of spatial relations. I also approach the problem of the concept of cartography that I use, because the conception which is adopted for it is a great watershed of different looks and cartographic practices. Finally, I do a brief exercise of thinking about the act of mapping at different historical moments, trying to give importance to how the modern cartography represents nature, or its “constituent elements.” The aim is to demonstrate that each era and society have their own cartography, which is an expression of human relationships with their space, with other elements of nature and geography of each time.