Este trabalho parte das teorias da comunicação organizacional (Kunsch, 2016) para empreender uma proposta de inter-relação com a noção de cidadania comunicativa (Mata, 2005, 2009), com o intuito de pensar a etapa do planejamento estratégico da comunicação (Santos, 2010, 2022) em sintonia com as demandas dos públicos com os quais se deseja dialogar, de modo a desenvolver, por exemplo, campanhas de saúde pública, que produzam conteúdos em proximidade com as demandas de públicos que estão à margem da sociedade, como é o caso de migrantes e refugiados. Assim, com base na pesquisa epistemológica, na pesquisa histórica da comunicação e na problemática da cultura, dialoga-se com Armand e Michèle Mattelart (2004, 2010), para compreender a comunicação como espaço de produção de conhecimentos sobre a sociedade. Ainda, por meio desse movimento teórico-metodológico, observa-se a potencialidade do saber comunicacional para a indução e o acesso a políticas públicas.
This paper draws on theories of organizational communication (Kunsch, 2016) to propose an interrelationship with the notion of communicative citizenship (Mata, 2005, 2009), with the aim of thinking about the stage of strategic communication planning (Santos, 2010, 2022) in line with the demands of the audiences with whom we wish to dialogue, in order to develop, for example, public health campaigns that produce content that is close to the demands of audiences on the margins of society, such as migrants andrefugees. Thus, based on epistemological research, historical research into communication and the problem of culture, we dialogued with Armand and Michèle Mattelart (2004, 2010) to understand communication as a space for producing knowledge about society.Furthermore, through this theoretical-methodological movement, the potential of communicational knowledge for inducing and accessing public policies is observed.
Este trabajo parte de las teorías de la comunicación organizacional (Kunsch, 2016) para construir una propuesta de interrelación con la noción de ciudadanía comunicativa (Mata, 2005, 2009), con el objetivo de pensar la planificación estratégica de la comunicación (Santos, 2022, 2010) en sintonía con las demandas de los públicos con los cuales se desea dialogar, para desarrollar, por ejemplo, campañas de salud pública, que produzcan contenidos en proximidad con los deseos de públicos que están en el margen de la sociedad, como es el caso de migrantes y refugiados. Así, con base en la investigación epistemológica, en la investigación histórica de la comunicación y en la problemática de la cultura, se dialoga con Armand y Michèle Mattelart (2004, 2010), para comprender la comunicación como espacio de producción de conocimientos sobre la sociedad. Con eso movimiento teórico y metodológico, se observa la potencialidad del saber comunicacional para la construcción de políticas públicas.