Los acuerdos ejecutivos en el derecho argentino. Una práctica institucionalizada

Revista Opinião Jurídica

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ISSN: 2447-6641
Editor Chefe: Fayga Bedê
Início Publicação: 30/04/2003
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Direito

Los acuerdos ejecutivos en el derecho argentino. Una práctica institucionalizada

Ano: 2025 | Volume: 23 | Número: 44
Autores: Miguel Agustín Torres Karam
Autor Correspondente: Miguel Agustín Torres Karam | [email protected]

Palavras-chave: acuerdos ejecutivos, derecho argentino, practica consuetudinaria

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Contextualização: Assim como ocorre em outros Estados, os acordos executivos têm sido historicamente parte integrante das ações externas do Estado argentino. Contudo, a Constituição Nacional Argentina não contém disposições que confiram expressamente ao Presidente o poder de celebrar tratados internacionais sem a intervenção do Congresso.Objetivos: Este artigo visa caracterizar, no âmbito do direito argentino, as principais características da tendência de celebração de acordos simplificados como prática não prevista constitucionalmente, mas estabelecida na esfera institucional devido à sua observância reiterada ao longo da história externa do país. Com base nisso, busca também refletir sobre as implicações constitucionais da consolidação costumeira dessa prática.Metodologia: Este artigo constitui uma investigação qualitativa e descritiva que incorpora uma componente de reflexão crítica e emprega o método exegético. As tarefas de coleta de informações incluíram a interpretação de preceitos constitucionais e legislação 

pertinente, uma revisão de contribuições doutrinárias específicas e um exame da jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça da Nação.Resultados: A prática de celebração de acordos executivos tornou-se costumeira no arcabouço institucional argentino. Em resposta a essa tendência, a jurisprudência definiu os fundamentos constitucionalmente válidos para tais acordos, reconhecendo duas alternativas: i) acordos executivos relativos a questões técnicas ou administrativas dentro da competência do Poder Executivo e ii) acordos celebrados no âmbito de prévia autorização legislativa. Contudo, o corpo jurisprudencial permanece aberto, com casos de acordos celebrados pelo Executivo nacional sem prévia autorização regulamentar ainda sendo pontos de controvérsia.Conclusões: A prática de celebrar acordos executivos constitui uma prática institucionalizada fora dos limites das disposições constitucionais. A compreensão dessa prática pode ser abordada por meio das ferramentas analíticas fornecidas pelos desenvolvimentos relacionados aos costumes institucionais e à teoria das mutações constitucionais. Essa prática impactou, em última instância, a dimensão substantiva da Constituição Nacional, sobrepondo-se, portanto, ao procedimento de celebração de tratados estabelecido na Constituição formal.



Resumo Inglês:

Contextualization: Like what occurs in other states, executive agreements have historically been an integral part of the external actions of the Argentine State. However, the Argentine National Constitution does not contain provisions that expressly grant the President the power to enter into international treaties without the intervention of Congress.Objectives: This article aims to characterize, within the framework of Argentine law, the main features of the trend of entering into simplified agreements as a practice not constitutionally provided for but established in the institutional sphere due to its repeated observance throughout the country's external history. Based on this, it also seeks to reflect on the constitutional implications of the customary consolidation of this practice.Methodology: This article constitutes a qualitative and descriptive investigation that incorporates a critical reflection component and employs the exegetical method. The information gathering tasks included the interpretation of constitutional precepts and relevant legislation, a review of specific doctrinal contributions, and an examination of jurisprudence from the Supreme Court of Justice of the Nation.Results: The practice of entering into executive agreements has become customary within the Argentine institutional framework. In response to this trend, jurisprudence has defined the constitutionally valid grounds for such agreements, recognizing two alternatives: i) executiveagreements concerning technical or administrative matters within the purview of the executive authority, and ii) agreements concluded within the framework of prior legislative authorization. However, the body of jurisprudence remains open, with cases of agreements entered into by the national Executive without prior regulatory authorization remaining points of contention.Conclusions: The practice of concluding executive agreements constitutes an institutionalized practice outside the bounds of constitutional provisions. Understanding this practice can be approached through the analytical tools provided by developments related to institutional customs and the theory of constitutional mutations. This practice has ultimately impacted the substantive dimensionof the National Constitution, thus overlapping with the treaty-making procedure established in the formal Constitution.



Resumo Espanhol:

 

Contextualización: De modo semejante a lo que sucede con otros Estados, los acuerdos ejecutivos han integrado históricamente el accionar externo del Estado argentino. Sin embargo, la Constitucional Nacional de Argentina no contiene disposiciones que expresamente contemplenla facultad del Presidente de celebrar tratados internacionales sin la intervención del Congreso. Objetivos:En este artículo se propone como objetivo caracterizar, en el marco del derecho argentino, los rasgos principales de la tendencia de celebración de acuerdos en forma simplificada en tanto practica no prevista constitucionalmente e instalada en el ámbito institucional a partir de su observancia reiterada a lo largo del tiempo en el historial externo del país. Sobre la base de ello, se procura, asimismo, reflexionar sobre las implicancias constitucionales de la consolidación consuetudinaria de esta práctica. Metodología: El articulo constituye una investigación cualitativa y descriptiva que incorpora un componente de reflexión crítica y en la cual seutiliza el método exegético. Las tareas de recolección de información comprendieron la interpretación de preceptos constitucionales y piezas de legislación pertinente, revisión de aportes doctrinarios específicos y examen de la jurisprudencia procedente de la Corte Suprema de Justicia de la Nación.Resultados: La tendencia de celebración de acuerdos ejecutivos se instaló consuetudinariamente en el ámbito institucional argentino. Frente a esta tendencia la jurisprudencia se ha encargado de delimitar los supuestos de procedencia constitucionalmente válidos de esta clase de acuerdos reconociendo dos alternativas: i) los acuerdos ejecutivos referentes a cuestiones técnicas o administrativas comprendidas en las competencias de la autoridad ejecutiva y ii) los acuerdos concluidos en el marco de una autorización legislativa previa. No obstante, la construcción jurisprudencial aún se encuentra abierta registrando como punto de controversias a aquellos supuestos de acuerdos celebrados por el Ejecutivo nacional sin autorización normativa previa.Conclusiones: La tendencia de conclusión de acuerdos ejecutivos constituye una práctica institucionalizada al margen de las previsiones constitucionales cuyo conocimiento y comprensión puede ser abordado desde los elementos analíticos proporcionados por los desarrollos referentes a las costumbres institucionales y a la teoría de las mutaciones constitucionales. Esta práctica terminó incidiendo en la dimensión material de la Constitución Nacional, concurriendo de esta forma con el procedimiento de conclusión de tratados previsto en la Constitución formal.