Evolução de interfaces:poluição visual digital

Lumina

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Telefone: (32) 2102-3601
ISSN: 19814070
Editor Chefe: Gabriela Borges Martins Caravela
Início Publicação: 31/05/2007
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Comunicação

Evolução de interfaces:poluição visual digital

Ano: 2026 | Volume: 20 | Número: Não se aplica
Autores: Davi Jose di Giacomo Koshiyama, Juciano de Sousa Lacerda, Tiago Lapa
Autor Correspondente: Davi Jose di Giacomo Koshiyama | [email protected]

Palavras-chave: poluição visual, interface, veículos digitais, jornada do usuário, publicidade, visual pollution, interface, digital vehicles, user Journey, advertising, contaminación visual, interfaz, medios digitales, recorrido del usuário, publicidad

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo tem como objetivo expor os diferentes tipos de poluição visual presentes nas interfaces de veículos digitais, tais como portais, blogs e APPs, o que compromete a cognição, usabilidade do usuário e consequentemente sua experiência de uso (UX). No meio real já existe regulamentação que trate da poluição visual, como no caso das ruas de uma cidade, porém no meio digital, não. Ao contrário, esse meio tem sido tomado como um território livre e sem leis, valendo seus desenvolvedores, nem sempre, de bom senso e boas práticas em relação ao que apresentar para seu público – como a quantidade de publicidade embarcada, banners, aspectos de legibilidade, estímulos visuais, avisos, notificações, elementos em tela, volume e arquitetura de informação. Foi utilizado um questionário on-line no mês de abril de 2025 para realizar esta investigação multidisciplinar, exploratória e inferencial que envolve as áreas de Comunicação e Design, a fim de evidenciar os impactos atuais da poluição visual nas interfaces e suas consequências à jornada do usuário, propondo uma nova abordagem e oferecendo caminhos e soluções para a adequação e evolução das interfaces. O estudo fornece subsídios para a discussão sobre a regulamentação de boas práticas, que visam coibir os distúrbios apontados e complementar, com esta pauta, o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) vigentes.



Resumo Inglês:

This article aims to exposes the different types of visual pollution present in digital media interfaces, such as portals, blogs, and apps, which compromise user cognition, usability, and, consequently, their user experience (UX). In the physical environment, regulations already exist to address visual pollution, as in the case of city streets. However, in the digital environment, no such regulation exists. On the contrary, this space has often been treated as a lawless territory, where developers do not always rely on common sense and best practices regarding what is presented to the public – such as the amount of embedded advertising, banners, legibility aspects, visual stimuli, alerts, notifications, on-screen elements, volume, and information architecture. An online survey was administered in April 2025 to conduct this multidisciplinary, exploratory, and inferential investigation, involving the fields of Communication and Design. The aim was to highlight the current impacts of this visual pollution problem on interfaces and its consequences for the user journey. This study proposes a new approach, suggesting paths and solutions for their adaptation and evolution. It provides support for discussions on the regulation of good practices, aimed at curbing the identified disturbances and complement the existing Brazilian Internet Civil Framework (Marco Civil da Internet) and the General Data Protection Law (LGPD).



Resumo Espanhol:

Este artículo busca exponer los diferentes tipos de contaminación visual presentes en las interfaces de vehículos digitales, como portales, blogs y aplicaciones, que comprometen la cognición, la usabilidad del usuario y, en consecuencia, su experiencia de usuario (UX). En el mundo real, ya existen regulaciones que abordan la contaminación visual, como en el caso de las calles urbanas, pero no en el mundo digital. Por el contrario, este medio se ha tratado como un territorio libre y sin ley, donde sus desarrolladores no siempre actúan con sentido común ni siguiendo las mejores prácticas respecto a qué presentar a su audiencia, como la cantidad de publicidad integrada, banners, aspectos de legibilidad, estímulos visuales, advertencias, notificaciones, elementos en pantalla, volumen y arquitectura de la información. Se utilizó un cuestionario en línea en abril de 2025 para llevar a cabo esta investigación multidisciplinaria, exploratoria e inferencial, involucrando las áreas de Comunicación y Diseño, con el fin de resaltar los impactos actuales de la contaminación visual en las interfaces y sus consecuencias en la experiencia del usuario, proponiendo un nuevo enfoque y ofreciendo caminos y soluciones para la adaptación y evolución de las interfaces. El estudio aporta información para el debate sobre la regulación de las mejores prácticas, que buscan frenar las perturbaciones identificadas y complementar, con esta agenda, la actual Carta de Derechos de Internet de Brasil y la Ley General de Protección de Datos (LGPD).