A pesquisa discutiu a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (2025), evidenciando que, embora ambas as legislações assegurem o acesso, a permanência e a aprendizagem do Público da Educação Especial nas escolas comuns, diversos desafios se mostram na contemporaneidade brasileira, como: a ausência de formação qualificada dos professores, a falta de recursos que garantam a acessibilidade curricular e a permanência de uma cultura segregadora no âmbito da rede regular de ensino. Portanto, é preciso haver uma revisão nos paradigmas atuais acerca do acolhimento da diversidade humana no setor educacional, a fim de que se tenha qualidade, equidade e democratização nas aprendizagens acadêmicas, oportunizando a todos os discentes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista, altas habilidades e superdotação, o pleno desenvolvimento e a construção crítica da cidadania.