A CRÍTICA DA REIFICAÇÃO DO PENSAMENTO EM MAX STIRNER: DA RAZÃO AO SER-PRÓPRIO

Revista Ideação

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ISSN: 2359-6384
Editor Chefe: Laurenio Leite Sombra
Início Publicação: 31/01/1997
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Filosofia

A CRÍTICA DA REIFICAÇÃO DO PENSAMENTO EM MAX STIRNER: DA RAZÃO AO SER-PRÓPRIO

Ano: 2009 | Volume: 1 | Número: 21
Autores: Hilton Leal da Cruz
Autor Correspondente: CRUZ, Hilton Leal da | [email protected]

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente artigo propõe-se a oferecer uma descrição
do desenvolvimento da crítica de Max Stirner (1806-1856) ao
fenômeno da Reificação do Pensamento e de como as exigências
dessa crítica conduzem a noção de Ser-Próprio (Eigenheit). Ao
desenvolver a crítica de Stirner a essa “mania”, aponto a sua função
dentro do jovem hegelianismo, e a estratégia “retórica” que Stirner
adota para denunciá-la. Essa estratégia, por sua vez, tem por
finalidade evitar que Stirner incida no vicio que condena lhe
permitindo contornar a acusação de “auto-contradição”. Tal feitio
retórico do discurso stirneriano tem na expressão Ser-Próprio um
de seus principais elementos. Uma expressão que, conforme
iremos expor, denota a auto-referência de toda ação e produção
humana. Para Stirner o Ser-Próprio é o fator de individuação,
auto-afirmação e fruição, princípio e fim de toda ação e não
obstante o próprio indivíduo “de carne e osso”.