O ensaio propõe uma leitura do livro fotográfico Noturnos São Paulo (2002), de Cássio Vasconcellos, articulando considerações sobre a consistência imagética das fotografias urbanas que o compõem e questões associadas à memória do próprio dispositivo (da fotografia, do livro). O trabalho crÃtico, iluminado por autores como Didi-Huberman, Derrida, Benjamin e Merleau-Ponty, busca refletir sobre os vÃnculos transtemporais, sobre os fantasmas, que a imagem fotográfica comporta, atingindo, assim, seu próprio núcleo poético.