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Página do Resumo

Diagnóstico imuno-histoquímico de pitiose cutânea em equinos
Pedro Miguel Ocampos Pedroso, Pedro Soares Bezerra Júnior, Caroline Argenta Pescador, André Gustavo Cabrera Dalto, Giovana Rosa da Costa, Daniela Isabel Brayer Pereira, Janio Morais Santurio, David Driemeier
David Driemeier
davetpat@ufrgs.br
eqüino, pythium insidiosum, pitiose, imuno-histoquímica
Descrevem-se cinco casos de pitiose cutânea em equinos enviados ao Laboratório de Patologia Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil. Microscopicamente focos necróticos circundados por infiltrados de eosinófilos, neutrófilos, macrófagos e abundante tecido conjuntivo fibroso foi observado. Filamentos de hifas esparsamente septadas foram identificadas no centro das áreas necróticas. Na coloração de prata metenamina de Grocott hifas septadas, ramificadas foram também observadas no interior dos focos de necrose. O diagnóstico de pitiose foi confirmado em todos os casos através do teste de imuno-histoquímica em cortes de tecido usando um anticorpo policlonal anti-Pythium insidiosum. Imuno-histoquímica em tecidos fixados em formalina podem ser úteis no diagnóstico de pitiose quando o material submetido não pode ser mais utilizado para cultivo.