ESTUDO SOBRE A LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA COM ENFOQUE NA FARMACOTERAPIA

Revista Científica do Itpac

Endereço:
Avenida Filadélfia - Setor Oeste
Araguaína / TO
77816-540
Site: https://revista.unitpac.com.br/index.php/itpac/index
Telefone: (63) 3411-8526
ISSN: 19836708
Editor Chefe: Daniele Gomes Carvalho
Início Publicação: 30/06/2008
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Enfermagem, Área de Estudo: Saúde coletiva, Área de Estudo: Administração, Área de Estudo: Ciências Contábeis, Área de Estudo: Turismo, Área de Estudo: Engenharia de materiais e metalúrgica, Área de Estudo: Engenharia de minas, Área de Estudo: Engenharia nuclear, Área de Estudo: Engenharia química, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

ESTUDO SOBRE A LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA COM ENFOQUE NA FARMACOTERAPIA

Ano: 2012 | Volume: 5 | Número: 4
Autores: C. C. Ferreira, G. G. Marochio, A. K. Partata.
Autor Correspondente: C. C. Ferreira | [email protected]

Palavras-chave: Anfotericina B, Antimoniato de N-metilglucamina, Leishmaniose Tegumentar Americana

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) é uma doença infecciosa, crônica, não contagiosa e de manifestação cutânea, causada pelo protozoário do gênero Leishmania. É uma zoonose comum ao homem e animais. Sua transmissão dá-se pela picada do mosquito flebotomíneo do gênero Lutzomya. Distribuída mundialmente, sendo um problema de saúde pública, atinge 88 países de quatro continentes (Américas, Europa, África e Ásia), registrando anualmente 1 a 1,5 milhões de casos. No Brasil, na Região Norte está a maioria dos casos notificados no país. Pela magnitude dessa enfermidade dermatológica a atenção prestada pelo profissional farmacêutico é de fundamental importância para a eficácia do tratamento medicamentoso. O presente trabalho tem como objetivo descrever o tratamento da LTA, relacionando suas reações adversas mais comuns, bem como conhecer seu diagnóstico clínico e laboratorial, ressaltando o papel do farmacêutico no acompanhamento ao paciente portador da doença. O diagnóstico precoce evita sequelas ao paciente, pois a terapêutica será eficaz. Os fármacos como os antimoniais pentavalentes são antigos, porém usados na terapêutica da doença até os dias atuais, apesar de produzirem efeitos adversos significativos. Como opções de tratamento da LTA, no Brasil, são mais utilizadas as drogas: antimoniato de N-metilglucamina, anfotericina B e pentamidina. E com menor frequência, as drogas: cetoconazol, itraconazol, alopurinol, nifurtimox, rifampicina, azitromicina e aminosidina. Por essas drogas serem administradas em ambiente hospitalar, o farmacêutico possui papel fundamental na equipe multidisciplinar, prestando a atenção farmacêutica e manejando as reações adversas.