AVALIAÇÃO DO USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EM CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS DA REDE PÚBLICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE ARAGUAÍNA, TOCANTINS

Revista Científica do Itpac

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ISSN: 19836708
Editor Chefe: Daniele Gomes Carvalho
Início Publicação: 30/06/2008
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Enfermagem, Área de Estudo: Saúde coletiva, Área de Estudo: Administração, Área de Estudo: Ciências Contábeis, Área de Estudo: Turismo, Área de Estudo: Engenharia de materiais e metalúrgica, Área de Estudo: Engenharia de minas, Área de Estudo: Engenharia nuclear, Área de Estudo: Engenharia química, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

AVALIAÇÃO DO USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EM CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS DA REDE PÚBLICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE ARAGUAÍNA, TOCANTINS

Ano: 2013 | Volume: 6 | Número: 4
Autores: F. V. Xavier, M. A. F. Pires
Autor Correspondente: F. V. Xavier | [email protected]

Palavras-chave: Biossegurança, EPI, Odontologia

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O controle de infecção é de grande importância nas práticas diárias dos consultórios odontológicos.
Biossegurança é um conjunto de posturas, atitudes e procedimentos, intimamente relacionados, visando
à proteção de todos os envolvidos em uma determinada atividade. O objetivo deste estudo foi avaliar a
frequência do uso de equipamentos de proteção individual (calça, jaleco, sapato fechado, luvas, gorro,
máscara e óculos de proteção) pelos auxiliares de consultório dentário (ACD) que atuam no SUS do
município de Araguaína, Tocantins. Aplicou-se um questionário estruturado fechado seguindo os
princípios éticos da resolução CNS 196/96 para 37 dos 51 ACD, no período de outubro a novembro de
2008. Verificou-se que 97,30% dos entrevistados relataram utilizar algum dos EPIs supracitados durante
o atendimento clínico de pacientes. As luvas foram os utilizados com maior periodicidade, seguido das
máscaras e do jaleco. O sapato fechado foi o que apresentou menor relato de uso em todos os
procedimentos clínicos pelos participantes e 8,10% relataram não utilizar calça comprida em nenhum
tipo de atendimento. Em relação à periodicidade de uso dos óculos de proteção, a maioria dos
entrevistados relatou utilizá-los sempre (54%) e 13,50% relataram não utilizá-los em nenhum
procedimento, denotando um problema em relação à adesão deste tipo de EPI. Concluiu-se que há a
necessidade de conscientização dos profissionais para o uso rotineiro de todos os EPIs durante as
atividades clínicas como forma de prevenir possíveis doenças.